quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Virgula!

Hoje recebi um pedido de texto novo no Blog e com ele o comentário de que estava a mais de um mês sem escrever. Só aí me dei conta de que ando sem a inspiração habitual para fazer dos limões que a vida me apresenta, uma limonada (ou caipirinha!)

Porém, apesar da falta de tempo e de ânimo (deve ser hormonal... rsrsrs), recebi um e-mail falando sobre a "Vírgula", que considerei no mínimo, inteligente, e passível de ser postado no blog.Afinal, quem nunca interpretou uma vírgula (ou a frase que ela compôs), a seu modo? 



Transcrevo o texto recebido (genial!!).


Campanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa)

1) Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

2) Ela pode sumir com seu dinheiro.
R$ 23,4.
R$ 2,34.

3) Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

4) Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

5) A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

6) A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.




Responda:

Na frase abaixo, onde você colocaria uma vírgula??


SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
.
.
.
Certamente...
.
.

.
* Se você for mulher, colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...



Hehehe... Eu coloquei depois de mulher!!


Bom dia, boa semana e um 2012 repleto de Paz, Luz e Realizações a todos!!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Considerações

Começo este texto pedindo desculpas (mais uma vez) aos leitores do meu blog. Estive em viagem temporária, alocada num lugar onde nem o celular funcionava, sinal de internet então, nem pensar! Mas estou de volta alguns comentários sobre as minhas “pesquisas de campo”.

Ultimamente tenho feito o papel de “advogado do diabo” (me perdoem as mulheres, se revelei alguns segredos, mas precisamos começar a nos desvendar ou os homens jamais entenderão o universo feminino), ouvindo queixas de alguns amigos sobre o fim de suas relações.

Sim, os homens também sofrem por amor! Bem verdade que reagem de forma diferente (será mesmo??!) quando se decepcionam, mas sofrem e se questionam sobre os motivos que levaram ao fracasso da relação.

Fazendo as devidas considerações e analisando bem, essa conversa dará muito pano pra manga! Aguardem.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Desculpa

Depois que inventaram a palavra desculpa ficou fácil magoar os outros. É simples! Fórmula mágica. A gente magoa, fere, ofende e depois diz “desculpa”, e passa a agir como se nada tivesse acontecido.

É tolo quem acredita que um pedido de desculpas zera tudo. Quase tão tolo quanto quem acredita em Papai Noel! Outro dia vi uma frase no MSN de uma amiga que dizia: “Eu não sou o tipo que guarda mágoas, mas também não sofro de amnésia”! Achei fantástica! Ninguém sofre de amnésia quando se trata das próprias marcas.

Nós somos feitos de memórias, de lembranças boas e ruins. Alguns conseguem, sabiamente, perdoar os erros e seguir em frente, mas esquecê-los, tenho certeza que não! O fato é que ninguém precisa ficar remoendo, até porque a amargura é o prato de quem se propõe a conservar suas dores.

Desculpa, não é uma borracha escolar e atitudes, não são frases escritas a lápis sobre a qual basta passar a borracha, apagar e está tudo resolvido. Aliás, nem assim, pois mesmo quando apagamos uma frase no caderno da escola, a marca fica lá. Uma lembrança da bobagem que escrevemos. Conosco também é assim.

Quando se pede desculpas, a postura a ser assumida não é a da redenção, mas do arrependimento. E a lição que acompanha o pedido, é a de que devemos sempre evitar a mágoa alheia. O que é tratado não é caro, já me dizia um amigo de longa data. Ninguém erra com a intenção de errar (pelo menos eu quero acreditar nisso), entretanto, às vezes, um ato impensado coloca em xeque relações, até então, honestas e profundas (sejam elas familiares, de amizade, de amor ou profissionais).

Por fim, prefiro cultivar o hábito de plantar flores no jardim e a consciência tranquila, do que  colecionar pedidos de desculpas.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

A última Bolacha do Pacote

Admiro o perfil de pessoas pró-ativas que se esforçam pra alcançar suas metas e objetivos. Confesso inclusive que sou um pouco relapsa às vezes, entregando de mão beijada um trabalho pronto, pelo medo de subjugar ou magoar os que me rodeiam. Mal (ou bem) dos librianos que sempre pensam no coletivo.

Mas observando certos “casos” do último final de semana, percebi que a alguns falta uma certa dose de “Chá de SEMANCOL”, afinal, existe muita diferença entre ser pró-ativo e se achar a última bolacha do pacote. Aliás, eu sempre achei que a última bolacha do pacote é a que sobra, pois já comemos o pacote todo e estamos de barriga cheia. Na melhor das hipóteses, a última bolacha, será engolida com esforço. Por fim, provei minha teoria!

Um dos casos de minha análise, chegou achando-se o dono do campinho, querendo ser “exclusivo”, a nova espécie recém descoberta, a última bolacha, aquele que sabe tudo de tudo (e ninguém, nunca, sabe tudo). A fórmula já estava pronta, os criadores estavam todos lá, mas a criatura achou-se maior e mais importante que o todo. Finalmente acabou isolado, se afastou do convívio. Quem não compõe o todo deixa de ser parte.

Entra aqui a máxima do pouco de muito ou muito de nada, o que vale mais? Fiquei me perguntando até onde a vai vaidade, porque, em excesso, acaba afastando qualquer um que queira se aproximar. Exagero é sempre considerado excesso, e tudo que é excesso, SOBRA ! (lembrem-se da última bolacha, que pra não colocar fora empurramos goela abaixo). Fica a dica!


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

GOL!!!

Outro dia, li um texto interessantíssimo da Martha Medeiros (quando eu crescer, quero ser como ela!) que falava sobre a dificuldade que a maioria das pessoas tem em focar seu objetivo e andar em direção a ele, sem rodeios ou desperdício de tempo e  energia. E que isso não acontece apenas no trabalho, mas também na vida pessoal e inclusive nos relacionamentos. O título? “Onde fica o Gol?”

Percebi que, assim como as personagens do texto sofriam com a falta de iniciativa e foco de pares e colegas, eu também sofro. Isso porque, quando decido alguma coisa, eu quero realizar, custe o custar, e quero logo, de forma reta. Quero correr em direção a goleira e marcar, sem muita fita, sem muito enfeite. Eu quero fazer o gol!

Tenho trabalhado em mim, a paciência para esperar o tempo certo (em geral, dos outros), mas a muito custo, consigo calar quando vejo as pessoas ao meu redor assumindo o papel de “cachorro que corre atrás do rabo”, repetindo processos que, conhecidamente, já sabemos que não chegarão a lugar nenhum.

Chego às vezes, a me irritar com a paciência de certas pessoas (e olha que a minha mãe diz que sou lenta!), com a capacidade de deixar pra amanhã as decisões que poderiam mudar a própria realidade.

O tempo é curto para viver a angustia do incerto. O lance é decidir, seguir pro gol, e... marcar! Pode-se errar o chute? Claro que sim, até jogadores experientes perdem gol feito em final de campeonato, mas, sem tentar, não dá pra saber.

(Nota: Não dá pra viver de hipótese, ou dá?)


Abaixo, o texto da Martha Medeiros. Boa leitura!

Onde fica o gol?
Martha Medeiros 

Em função da mobilização com a Copa do Mundo, andei me lembrando de uma conversa que tive com um amigo, anos atrás. Ele liderava uma equipe numa agência de publicidade e trabalhava em ritmo alucinado. No decorrer do papo, ele desabafou dizendo que era difícil conviver com colegas que não sabiam para que lado ir, o que fazer, como agir, e que por causa dessas incertezas perdiam tempo e faziam os outros perderem também. E exemplificou: “Sabe por que eu sempre gostei do Pelé? Porque o Pelé pegava a bola em qualquer lugar do gramado e ia com ela reto para o gol. Ele sabia exatamente para onde tinha que chutar”.
– Isso que você nem é muito fã do esporte – comentei.
– Pois é, não jogo futebol, mas tenho alma de artilheiro: entro em campo e já saio perguntando onde é que é o gol. É pra lá? Então é pra lá que eu vou, sem desperdiçar meu tempo, sem ficar enfeitando.
Taí o que a gente precisa se perguntar todo dia quando acorda: onde é que é o gol?
Muitas pessoas vivem suas vidas como se dopadas, chutando para todos os lados, sem nenhuma estratégia, contando apenas com a sorte. Elas acreditam que, uma hora dessas, de repente, quem sabe, a bola entrará. E, até que isso aconteça, esbanjam energia à toa.
“Goal”, em inglês, significa objetivo. Você deve ter um. Conquistar um cliente, ser o padeiro mais conceituado do bairro, melhorar a aparência, sair de uma depressão, ganhar mais dinheiro, se aproximar dos seus pais. Pode até ser algo mais simples: comprar as entradas para um show, visitar um amigo doente, trocar o óleo do carro, levar flores para sua mulher. Ou você faz sua parte para colocar a bola dentro da rede, ou seguirá chutando para as laterais, catimbando, sem atingir nenhum resultado.
Quase invejo quem tem tempo a perder: sinal de que é alguém irritantemente jovem, que ainda não se deu conta da ligeireza da vida. Já os veteranos não podem se dar ao luxo de acordar tarde, e, no caso, “acordar tarde” não significa dormir até o meio-dia: significa dormir no ponto, comer mosca. Não dá. Depois de uma certa idade, é preciso ser mais atento e proativo.
Parece um jogo estafante, nervoso, mas não precisa ser. O gol que você quer marcar talvez seja justamente aprender a ter um dia a dia mais calmo, mais focado em seus reais prazeres e afetos, sem estresse. É uma meta tão valiosa quanto qualquer outra. Só que não pode ser um “quem sabe”, tem que ser um gol feito.

Essa é a diferença entre aqueles que realizam as coisas e os que ficam só empatando.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

GPS

Tem cada vez mais gente ligando o GPS e colocando a vida no piloto automático. Cuidado! Um dia desses, o GPS erra a rota e te atira dentro do rio. Literalmente!

No último fim de semana, fomos (equipe de trabalho!) a Canoinhas em Santa Catarina, realizar um evento. Pela primeira vez em anos, dispomos desse maravilhoso aparelho conhecido como GPS e, entre um dobre a direita a 300 metros e um dirija 240 kms pela rodovia, vínhamos seguros de que, afinal, estávamos no caminho certo.

O que não contávamos, é que às vezes, o sinal do satélite também erra a rota e proporciona opções, eu diria, não tão seguras. Dito e feito! Passando por dentro de União da Vitória, nosso (maravilhoso?) GPS, nos apresentou uma rota alternativa, que acabava dentro do rio Iguaçu.

Quando a mulher que habita o GPS disse prepare-se para dobrar a direita a 100 metros, eu gritei: Pára! Estávamos na barranca, dava até pra molhar os pés!

Mal comparando, tem muita gente que anda ouvindo cegamente as instruções do GPS e deixa a decisão do caminho a ser seguido, por conta do destino. Sim, eu acredito em destino e, que de uma forma ou de outra, encontraremos o que nos está reservado quando for o momento certo.

Entretanto, não podemos deixar as decisões por conta do acaso. A vida, às vezes, nos oferece paisagens maravilhosas, que deixamos de ver por estar prestando atenção exclusivamente ao trajeto do GPS (não dá pra deixar de olhar pela janela, pra ficar olhando o trajeto desenhado na telinha).

Assim é com a vida, não dá perder a oportunidade de ser feliz, porque estamos no piloto automático. Cada um tem que ser agente da própria sorte e, gritar “Pára!!” quando for preciso!


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Construindo

Ao nascermos, trazemos ao mundo, o encargo de uma missão. Um propósito para a permanência passageira neste plano. Cada um deve (e precisa!) evoluir.

Assim, uns nascem para ser construtor. Arquitetos de grandes construções. Não necessariamente prédios, mas construtores de projetos mais amplos, ou formadores de personalidades. Essas pessoas tem, intrínseco em sua na alma, a capacidade de contribuir, de apoiar, de fortalecer o que quer que seja. Ao plantar uma flor, por exemplo, a planta vinga mais viçosa e fortalecida pela energia positiva das mãos que a cultivam.

Percebe-se claramente quem são os construtores. Primeiro porque estão sempre cercadas de bons amigos, com um astral positivo e motivadas a felicidade. Essas pessoas não criam problemas, ao contrário, estão sempre envolvidas com a solução. Para estes, não importa se o trabalho é difícil, o prazer reside na cooperação.

Assumem diante da vida e das dificuldades que, por vezes aparecem, uma postura de otimismo e acreditam firmemente na realização dos seus sonhos. Por vezes sonham alto, mas isso não é empecilho, afinal, impossível é apenas uma questão de ponto de vista.



Em contraponto à balança, existem os motoristas de retro-escavadeira. Os destruidores. Aqueles que se apegam a inveja e ao ciúme para terminar com qualquer trabalho ou atividade que esteja dando certo. Pra estes, pouco importa quanta energia foi dispensada na construção, ou quantas mãos trabalharam unidas para erguer o prédio. Eles querem destruir a todo custo.

Costumeiramente, os destruidores, não admitem ou reconhecem os méritos alheios. Ao contrário, esperam os “louros” para si, mesmo que sua contribuição tenha sido parca (ou nenhuma!) e turbulenta. São adeptos da filosofia: “se não posso contribuir, posso atrapalhar... o importante mesmo é participar”. E dessa forma, transformados num trator de esteira turbinado, saem derrubando tudo que encontram pela frente. Sentimentos como ódio, vingança, ciume e ganância ficam explícitos no olhar, apesar de conscientemente tentarem disfarçar.

Não é difícil reconhecer tais perfis. Eles costumam agir de forma sorrateira, criando intrigas e semeando fofocas com a intenção de desmotivar os construtores e acabar com qualquer bem fomentado. Também costumam “cacarejar” muito, pois precisam de mídia e platéia, mas no fim, acabam solitários e desacreditados, esquecidos e ofuscados pela capacidade de quem sabe construir!


Quem sou eu

Minha foto
Indefinível mulher, com tantas fases quanto a lua. Um tanto louca, um pouco santa, apaixonada e determinada em conquistar o que mereço. Amante da escrita, valorizo os detalhes, todos, mesmo os mais insignificantes. Chorona, me emociono até com comerciais. Acredito que a verdadeira beleza está na simplicidade. E sou assim, despida de vaidades efêmeras, sem nunca abandonar um bom perfume e a maquiagem. No mais, descubra-me, pois ainda estou no caminho da minha identidade.